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1,2,3 e...4 De repente, a caçula faz quatro anos. Há tempos, não usa mais fraldas, não chupa bico, é capaz de se despir e vestir sozinha, conta até dez em inglês, escreve e soletra o seu nome, reconhece todas as letras e números, sabe como impor suas vontades e também usar do artifício de que ainda é “bebê” para justificar suas manhas. Quando foi que ela cresceu? Como aconteceu isto? De repente, não mais que de repente. Está passando tão depressa que receio não estar aproveitando completamente cada uma destas fases e descobertas. Ontem, indagada sobre a comemoração na escola, ela me agradeceu espontaneamente com um beijo e me disse: “-Eu te amo. Estou muito feliz de você.” Inevitável não me emocionar. Eu também te amo muito e sou muito feliz em ter você.

Era para algumas crianças da escola decorarem cada uma delas uma única frase...
Mas Dona Lívia que não precisava decorar nenhuma só frase, decorou o poema inteiro!
orgulho.com.br
E viva Vinicius de Morais e viva as Borboletas.
Mas Dona Lívia que não precisava decorar nenhuma só frase, decorou o poema inteiro!
orgulho.com.br
E viva Vinicius de Morais e viva as Borboletas.
Lívia agora não só já escreve seu nome como também o soletra de uma maneira toda particular:
"Pauzinho sobe e vira = L
Pauzinho = I
Pauzinho desce e sobe = V
Outro pauzinho = I
Pauzinho sobe, desce e ponte = A"
Agora as letrinhas aparecem em todos os lugares, nos cantinhos dos desenhos do dever de casa, nos brinquedos, escritas com água no box do banheiro ...
Pauzinhos descem, sobem, viram, fazem ponte e escrevem LÍVIA.
"Pauzinho sobe e vira = L
Pauzinho = I
Pauzinho desce e sobe = V
Outro pauzinho = I
Pauzinho sobe, desce e ponte = A"
Agora as letrinhas aparecem em todos os lugares, nos cantinhos dos desenhos do dever de casa, nos brinquedos, escritas com água no box do banheiro ...
Pauzinhos descem, sobem, viram, fazem ponte e escrevem LÍVIA.
"- Lívia, se você não guardar estes brinquedos espalhados no chão eu vou jogar tudo fora.
- Pode jogar. Eu já cansei deles mesmo."
Obs: Coloquei tudo no saco de lixo, sob os olhares atentos da pequena e ela nem ligou, pelo contrário, me ajudou a colocar no saco.
É claro que não vou jogar fora, até porque tem mta coisa da Júlia junto, vou esconder por uns tempos... Mas que dá vontade... ahhhh dá.
Contando até 1000: 1, 2, 3...
Comentários no face aqui.
Eu estava chamando a atenção das meninas e Lívia me fala:
"Mãe, esquece de nós"
Dizem que na adolescência piora...
Dai-nos sabedoria e porção redobrada de paciência.
"Mãe, esquece de nós"
Dizem que na adolescência piora...
Dai-nos sabedoria e porção redobrada de paciência.
Depois de mais de dois meses sem o bico, hoje a Lívia
me pediu para comprar um para ela.
Será que é uma recaída? Será que devo ceder? Será que
não tiramos este bico cedo demais? Será que ela está sofrendo? Será que
aproveitar o momento de dor na garganta para tirar o bico não tenha sido muito cruel?
Será que isto pode estimulá-la a querer chupar o dedo?
Será? Será? Será?
Mais uma para a coleção “É muito difícil ser mãe!”
Postado por
Mamãe Paula
27 de julho de 2012
Marcadores: Constatação de Mãe, Desabafo, Lívia 0 comentários| Fotos como esta de bico, agora serão passado. |
Um belo dia...
Lívia reclama que o bico "machuca" sua boca e
decide não chupar mais. Aproveitei o fato de ela estar com uma espécie de afta na boca (herpangina) que
doía ao chupar o bico e a incentivei a abandonar o bico.
Foi muito tranquilo, sem choro, sem
recaídas. Com direito a deixar o bico ao alcance das mãos e dos olhos e ela não
o pegar. Simples assim.
No dia seguinte, exatamente no dia
posterior ao abandono da chupeta.
Lívia diz que não quer que coloque fralda
nela. É chegada a hora de tentar o desfralde.
Quase nenhuma escapulida de xixi, muitos cocôs
pelo chão (este ela não admitia fazer no vaso, mas tinha “o cuidado” de tirar a
calcinha e se abaixar no meio da sala)... e em menos de duas semanas, o
desfralde estava completo, com direito dar tchau para o cocô ao dar descarga.
Um alívio e uma constatação: minha
caçulinha está crescendo.
Em tempo: Como a culpa é companheira constante da
maternidade, estou me questionando se não foi muita novidade de uma só vez, largar
o bico e ter o desfralde. Mas como partiu dela, minha angústia é amenizada, mas
ainda presente. Sem dúvidas, ser mãe é uma tarefa muito difícil.
"Bailarina gira, linda bailarina...
vai girando sem parar!"

Finalmente a pequena bailarina Lívia resolveu participar da aula de ballet...
... tá certo que ela não quis vestir a roupa... mas tudo (muito) bem!
Fotos gentilmente tiradas pelo celular da professora Karina Mattar.
Modéstia? O que é isto?
Ao avaliar o próprio o desenho na sala de aula, Lívia exclama:
"Incrível!"
A professora não acreditando na sua falta de modéstia, pergunta o que ela tinha dito e a Lívia reafirma:
"Ficou perfeito!"
Sinceramente, não sei a quem esta menina está se saindo!

Postado por
Mamãe Paula
30 de outubro de 2011
Marcadores: Coisas de Livinha, Diálogos, Escola, Lívia, Vocabulário 0 comentários
Lívia,
E foi assim, sem nada planejar, que de repente te vimos chegar.
E nós que achávamos que já conhecíamos felicidade completa, redescobrimos que sempre pode ter algo acrescentar.
Hoje nossa caçula faz dois anos e só temos a agradecer por tê-la conosco.
É como se a vida nos desse um afago como compensação por tanto sofrimento causado (durante a 1ª gravidez).
“Milagre é quando tudo conspira contra, mas Deus vem de mansinho e com um sopro leve muda o rumo dos ventos”
Lívia, saiba q você é nosso milagre.
Te amamos muito.Lívia fala muito.
E frases completas. Tem horas que ainda me assusto com seu vocabulário.
Mas hoje ela se superou, porque além de falar uma frase imensa, ainda foi uma estória inventada por ela.
Mas hoje ela se superou, porque além de falar uma frase imensa, ainda foi uma estória inventada por ela.
Ela disse para a professora:
“- Kamila, o sapo cururu, falou que é para você carregar ele.”
“- Kamila, o sapo cururu, falou que é para você carregar ele.”
A professora e sua auxiliar de sala ficaram boquiabertos e vieram me contar a proeza da pequena.
Obs: o sapo em questão faz parte do projeto de aprendizagem das cores. E todas as crianças tinham um em mãos, mas a Lívia queria se livrar do dela para poder praticar o esporte predileto:
correr.
Dando conselhos
Hoje a Lívia chegou na escola viu a professora e se jogou nos braços dela.
Literalmente se jogou e nem olhou para trás.
Ficamos ali parados. Pai e mãe com caras de bobos querendo nos despedir e ela nem sequer nos olhou.
Melhor assim. Mas doeu. Não foi mais a dor do choro, mas uma dor ainda maior: de sentirmos preteridos.

Literalmente se jogou e nem olhou para trás.
Ficamos ali parados. Pai e mãe com caras de bobos querendo nos despedir e ela nem sequer nos olhou.
Melhor assim. Mas doeu. Não foi mais a dor do choro, mas uma dor ainda maior: de sentirmos preteridos.
"Mamãe, favor, a porta!"
Tem como tomar banho sossegada? Tem como achar ruim diante este pedido?
Um ano, quatro meses e dez dias.
E, finalmente, a Lívia andou!
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