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Percebi que a crônica abaixo tem sido bastante divulgada nas redes sociais e, sinceramente, não entendo o porquê.

Respeito a opinião de cada um, mas lamento muito por quem coaduna com o texto e não compreende a singularidade de se ter um filho.

Ter um filho não significa parir... vai muito além disto, mas isto não se explica, não se ensina, não se aprende (pelo menos, não antes de se permitir ser mãe/pai em toda a totalidade que isto implica).

Pode acontecer que, por vezes, nos deem preocupações (não se enganem, vão dar) e nos façam verter lágrimas (inevitável), mas o que é isso comparado com a bem-aventurança de ter filhos?

Todo ponto de vista é a vista de um ponto (Leonardo Boff)

Não estou questionando o fato da autora não querer ter um filho. Ter um filho é uma opção não um destino.

Para isto é imprescindível a "maternidade/paternidade consciente" Há mesmo que se pensar (e muito) se quer ou não ter um filho, uma decisão consciente trará benefícios para toda a sociedade.

O problema da autora é a generalização, muito comum em quem opina sobre um assunto que só conhecem na teoria.

Filho é para quem pode?

EU POSSO! E AGRADEÇO A DEUS TODOS OS DIAS

POR ME PERMITIR ESTA DÁDIVA!



História Verídica!

Uma criança vê a água escorrendo pelo telhado e diz:
- "Mãe, está chovendo."


A mãe fala que não é chuva, que a caixa
d`água estava vazando.

Dias depois estava chovendo de verdade e a criança exclama:

- "Mamãe, o céu está vazando!"



Isto aconteceu há mais de 30 anos atrás e a criança era EU.
Hoje está chovendo e minha mãe lembrou desta história.

Hoje é meu aniversário.

Gosto de aniversário.


Sabe aquelas resoluções de ano novo?

P
ara mim, é meu aniversário que me traz este significado de renovação, de ciclo encerrado, de busca de forças para colocar em prática o que não foi feito, de se permitir, de estabelecer metas e acrescentar novos sonhos. É como se fosse um marco de recomeço.

Fazer aniversário é muito mais do que uma celebração da vida, é um momento de reavaliar e agradecer as conquistas colecionadas ao longo dos anos. São conquistas de experiências, amigos, amores, histórias…

Engraçado que sempre ouvi a frase:“a vida começa aos 40”, mas esta semana li sobre o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, realizado em Madri, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado, assim tenho a chance de “antecipar” cinco anos do que costumam estabelecer como “recomeço de vida”.

Científica ou não, estou convencida de que esta conclusão tem lá certa coerência.

Tive uma infância maravilhosa com tudo que uma criança pode querer e precisa. Minha adolescência foi muito bem resolvida e deixou boas lembranças. Mas foi a maturidade que me trouxe a paz e auto-realização os quais fazem a vida valer a pena.

Meu corpo não tem mais o viço da juventude, mas exibo a confiança de quem sabe o que quer. Hoje sei dizer não para me preservar. Aprendi que posso mudar de opinião quantas vezes forem necessárias sem que isto seja demonstração de fragilidade. Sei discernir o que é de fato importante. Valorizo o palpável. Conheço o amor.

Tudo que tenho e sou foi fruto de tudo que vive até hoje, por isto não faria nada diferente e agradeço até mesmo os percalços pelos quais passei.

Então, que seja muito bem vindo os 35 anos e que eles me tragam ainda mais felicidade, saúde, paz, sorte, maturidade, experiência e amor que já tenho tido a benção de vivenciar.

Hoje é dia de agradecer e de recomeçar.

... de oração e, sobretudo, de agradecimento.

Hoje fiquei sabendo que uma conhecida virtual que tem uma filha de 4 anos e meio descobriu que a menina tem um tumor grande na coluna e que vai precisar de cirurgia, quimioterapia e corre o risco de ficar paraplégica.

Não conheço pessoalmente esta família, mas ainda assim me compadeço com o sofrimento dela.. E sei que muitas pessoas passaram, passam e outras tantas ainda passarão por coisas semelhantes.

Mas de qualquer forma esta notícia mexeu comigo. Talvez pela proximidade de meu aniversário e do aniversário da Júlia, talvez pela sensibilidade que a proximidade das festas de fim de ano traz, talvez pelo simples fato de ser mãe e ter sentimentos humanos.

Nós temos a tendência de acharmos que nosso sofrimento é maior do que os dos outros, que este tipo de tragédia não acontece com a gente. E quando, por desventura, já passamos por alguma grande provação passamos a acreditar que já nos tornamos imunes a outras intempéries...

Hoje esta notícia me fez lembrar que não estamos salvos de coisas deste tipo e dá medo, muito medo! Que Deus possa dar o conforto que aquela e outras tantas famílias precisam neste momento.

Creio que nesta fase eles possam estar questionando a Deus é normal. Eu estou exercitando o aprendizado de não questionar os desígnios divinos. Ainda não aceito tudo com resignação, mas parei de buscar os motivos/causas, porque acredito que simplesmente muitas vezes não encontraremos respostas, seja porque não possamos (ou queiramos) compreender, seja porque simplesmente não tenha uma resposta mesmo.

Só peço a Deus que dê forças para que estas famílias passem por tudo isto da melhor forma possível. E que Jesus nos abençoe e nos livre de passarmos por coisas parecidas.

“Perdão Senhor, por muitas vezes, reclamarmos de coisas tão pequenas enquanto outras pessoas convivem com problemas muito maiores que os nossos. Obrigado Jesus, por todas as bênçãos que derrama sobre nós todos os dias. Amém.”
"Cuidado com o que desejas"

Meu marido sempre dá a desculpa de que não sabe como me presentear.
Este ano me antecipei e mandei uma lista com seis sugestões: indo de R$ 7.500,00 até R$ 29,90.

Estranhamente, ele optou pelo de R$ 29,90 (e, ainda assim, não comprou porque eu esqueci de indicar a cor preferida)

Moral da estória: "O perigo não está em pensar grande e não conseguir. O perigo está em pensar pequeno e...conseguir."

Alguém já ouviu falar em "Alexandre, O Médio"?


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