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Mostrando postagens com marcador Constatação de Mãe. Mostrar todas as postagens
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Hoje a Júlia chorou. Foi um choro triste, sentido, dolorido. Tudo porque acredita que suas colegas de escola não gostam dela, sentiu-se excluída em uma situação e isto a fez questionar o porquê. Mal sabe ela que não existem respostas para a maioria dos “porquês”.


É triste ver um filho chorando, ainda mais triste quando se trata de situações pelas quais a gente não pode protegê-los.

Deu vontade de explicar para ela que existe uma grande diferença entre “colegas” e “amigos”. Falar que amigos de verdade não nos fazem chorar e que não vale a pena sofrer por quem não nos dá valor.

Deu vontade de dissertar sobre a existência da ingratidão e que não devemos esperar muito das pessoas para não nos magoar.

Queria explicar que isto tudo faz parte do crescimento, quando a gente descobre que o ser humano é imperfeito, que pessoas podem nos magoar e que a decepção é acompanhante de quem tem bom coração.

Deu vontade de chorar junto com ela.

São crianças. Apenas crianças, entretanto sofrem e fazem outras sofrer.

Hoje foi mais um daqueles dias em que a gente descobre que por maior que seja nosso amor, não podemos impedi-los de sofrer. Hoje foi mais um daqueles dias que só pude oferecer meu colo, meu abraço e minha oração para que o caminho delas seja o mais leve possível e que as desilusões sejam superadas dentro de um abraço apertado e um sorriso amigo.

Vai passar, tudo passa e com crianças esta premissa parece ser ainda mais contundente. Para mim, vai demorar mais um pouco, mas também vai me fortalecer para poder ajudá-las a enfrentar outras possíveis situações que estejam por vir.

Que Deus nos dê sabedoria!

O que fazer quando um filho sofre?


A maternidade não nos traz manual com estas respostas.

Hoje a Júlia chorou. Foi a dor do crescimento, da mágoa, da decepção.

Quisera eu poder impedi-la de sofrer e explicá-la que "tudo, tudo passa".



" Respira. Serás mãe por toda a vida.


Ensine as coisas importantes. As de verdade.

A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.

Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.

Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.

Deixe ele imaginar. Imagine com ele.

As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.

Os gritos da mãe doem pra sempre.

Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.

Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.

E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez"

Autor desconhecido.



"A paz está no sorriso sincero de uma criança feliz !"

Sendo assim, PAZ DUPLA!


A Lívia estava conversando com as bonecas e eu achei engraçado a forma como ela falava.

Quando eu ri daquela situação, a Lívia me perguntou por que eu estava sorrindo. Respondi que não era nada.

Sem modéstia e com total segurança, ela comenta com a Júlia:
"Eu faço a mamãe muito feliz!"



E elas nem imaginam o quanto me fazem feliz.
Júlia e Lívia,


Se os príncipes não lhes encantarem, se o final não lhes agradarem...
... a mamãe reescreve a história.




"Senhor Jesus, abençoe para que as histórias de minhas princesas sejam sempre de finais felizes, e que as inevitáveis "bruxas" que aparecerem no caminho, sejam combatidas com a ajuda da família, dos amigos e da fé. Que tenham uma linda e longa história"


Comentários no Facebook aqui.


Depois de mais de dois meses sem o bico, hoje a Lívia me pediu para comprar um para ela.

Será que é uma recaída? Será que devo ceder? Será que não tiramos este bico cedo demais? Será que ela está sofrendo? Será que aproveitar o momento de dor na garganta para tirar o bico não tenha sido muito cruel? Será que isto pode estimulá-la a querer chupar o dedo?

Será?  Será? Será?

Mais uma para a coleção “É muito difícil ser mãe!”

Após três meses para convencer as meninas a entrarem na Igreja, com direito a suborno (prometendo um brinquedo que queriam) e uma quase lavagem cerebral e muita conversa...

Minutos antes de entrarem, Lívia estava na porta da Igreja chorando porque não queria o vestido que estava usando e Júlia com uma carinha assustada com jeito de que iria “fugir”.

Assim, eu que era madrinha, entrei na Igreja deixando este cenário na porta e convencida de que não seria desta vez que veria as meninas de daminhas. Quando, de repente, a porta se abre e as duas entram lindamente para a minha surpresa e imensa alegria.

Chorei muito, um misto de emoção, alívio, satisfação e muito, muito orgulho.

E este foi mais um daqueles dias para nos lembrar para sempre.

Obrigada Frederico e Eliane por este presente que nos proporcionaram.






O primeiro ponto a gente nunca esquece

Hoje a Lívia nos deu um grande susto e ganhou seu primeiro ponto. Aliás, foram logo cinco de uma só vez.

Final de domingo, já nos preparando para irmos dormir, últimas brincadeiras da noite e pronto (ou seria melhor, ponto?) lá estávamos nós a caminho do Pronto Socorro.


Confesso que não achei que o estrago tinha sido tão grande, porque o choro não foi proporcional ao "estrago", antes de chegarmos à garagem já tinha cessado.

Felizmente fomos atendidos super-rápido, o cirurgião plástico foi cauteloso e solicitou um RX, que também foi instantâneo e a Lívia colaborou fácil para tirar “foto do ossinho”.

Voltando à sala do cirurgião, nenhum osso quebrado, foi hora de retirar o curativo improvisado que o pai fez em casa, fazer a limpeza até aí tudo muito bom, tudo muito bem...

Mas na hora de aplicar a anestesia local para dar os pontos.... Foi meio minuto de caos que parecia uma eternidade.


"Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos..." ( Mario Quintana )


O bom é que as “dores” também parecem sumir rápido e pode ser dentro de um pão de queijo quentinho acompanhado com o velho e bom toddynho. Porque enquanto lanchávamos ainda lá no hospital, tudo me parecia tão surreal aquele dedinho enfaixado, eu com o receituário na mão e ela com o olhão vibrante e seu sorriso fácil lanchando como se nada, N.A.D.A. tivesse acontecido.


E tem gente que ainda duvida da existência de Deus.




 
Diagnóstico: Sapequice Crônica


Doença provocada por crianças com altas doses de energia e pouca disponibilidade de obedecer aos pais.


Forma de Transmissão: Brincando de esconder dentro do guarda roupa e prendendo o dedo na porta.


Diagnóstico: Muito Sangue, pouquíssimo choro.


Prognóstico: Muito Bom. Foi em uma região de boa cicatrização. O cirurgião plástico que nos atendeu foi muito cauteloso. Ela não tem reclamado dor. (Não solicitou o bico! ÊÊÊÊÊ)


Tratamento: Levar para o Pronto Socorro às 22 horas em pleno domingo. Tirar RX (ossinhos intactos). Aplicar Anestesia Local (com direito a muito choro da paciente, quase desmaio do pai e desespero da irmã) e 5 pontos que serão retirados após dez dias. Curativos trocados todos os dias. Antibióticos por sete dias.


Impacto Social: Como a Júlia estava brincando com ela no momento do caos, ela se sente culpada e já pediu desculpas “zilhões” de vezes. Hoje, segunda-feira, a Lívia não irá ao balé por causa do machucado e a Júlia resolveu não ir também com a seguinte justificativa: “Eu não vou conseguir dançar sabendo que minha irmãzinha está dodói. Eu tenho que cuidar dela”.


 
Comentários no facebook aqui  e aqui



O comentário de minha irmã no facebook sobre isto me levou às lágrimas.

Digo e repito: "Minha maior vitória será ter a ciência de que fui a melhor mãe que eu posso ser."

Comentários no facebook: aqui!


Como na noite anterior a Lívia dormiu mal de tanta tosse e, por consequência, eu também não pude dormir... Na nossa tarde de hoje, tentamos recuperar o sono perdido!

Melhor clima não podia ter: sono, frio, chuva lá fora e ededrom e abraços aqui dentro.

Uma tarde tranquila, só faltou a Júlia que não quis perder o balé!

Comentários no facebook: aqui!
E um Feliz Dia das Mães para mim!


Houve uma época em que eu achava que esta comemoração era inalcançável ...

Tenho muito a agradecer! Jesus é fiel em suas promessas.


"Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando..." Lucas 6:38.

"E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis." Mateus 21:22

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Júlia e Lívia,

Um dia vocês vão compreender o quanto este dia é especial para mim.
Iram saber o quanto vocês foram desejadas, sonhadas e esperadas.
Mas nunca terão a dimensão do quão felizes me fazem.


Fábio, meu amor

Obrigada por contribuir (de forma efetiva e exaustiva) para a concretização deste sonho.
Obrigada por sonhar junto comigo. Obrigada por viver esta realidade conosco.
Um Feliz Dia das Mães para você que é um "Pãe" com 'P' maiúsculo.


Vó Maria e Mãe Beth

Se um dia minhas filhas tiverem por mim, metade do orgulho e gratidão que sinto por vocês, terei certeza que cumpri bem o meu papel como mãe.
Amo muito vocês!





 Comentários no face: aqui e aqui.



“Fulana é daquela mãe tipo “mãezona” sabe? Alegre, brincalhona, se joga no chão com os filhos.” A conversa foi entre duas pessoas conhecidas minhas em uma festinha. Nenhuma das duas tem filho, mas pareciam já ter um modelo pré-estabelecido do que é ser uma boa mãe.

Mas será que uma mãe brincalhona é mais mãe do que aquela que muitas vezes pela rotina cansativa e estressante não tem tanto pique para brincar assim com os filhos? Será que aquela que é mais preocupada com a alimentação dos filhos é mais mãe do que aquela que nunca teve bons exemplos de hábitos alimentares? Ou será que aquela mãe carinhosa é mais mãe do que aquela que não consegue expressar todo o amor e carinho que sente, quem sabe até por algum problema emocional?

Pois é, dizer que uma mãe é mais ou menos mãe chega a ser, ao meu ver, injusto. Todas as dores e alegrias da vida, desde a infância, vão ajudar a definir você como mãe. Mas isso não diminui ou aumenta, não melhora ou piora sua capacidade de amar incondicionalmente um filho.

Dizem que a mãe nasce junto com a criança. De fato! Mas a mulher não. E tudo, tudo o que foi vivido não será apagado a partir do nascimento da criança. E a nova mamãe, salvo raras exceções, se doará ao máximo para criar seu filho, da melhor maneira possível.

Lamento ao ver pessoas compararem mães. Ou julgarem as escolhas delas, porque ninguém sabe o que passa dentro do coração de cada uma. Por isso sempre gostei muito da música Epitáfio dos Titãs que diz: “Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração.”
E acredito que é justamente por conta deste amor monstruoso (no sentido da grandeza) que as escolhas maternas se tornam tão difíceis. Mais difícil ainda é julgar essas escolhas. Quer um exemplo? A mãe que escolhe ficar em casa para cuidar dos filhos é por amor. Se ela escolhe trabalhar fora também é por amor. E quem pode dizer o que é certo ou errado em escolhas baseadas em amor?

A maternidade é um mundo extremamente dinâmico e cheia de escolhas e decisões que podem ter consequências pela vida inteira do filho. E ao mesmo tempo, é um mundo que pode não te oferecer escolhas e talvez o único caminho a ser seguido, não é bem o que você queria.

Aprender a respeitar os diferentes pontos de vista é benéfico não somente com as outras mães, mas com a gente mesmo. Ficar tranquila diante de suas escolhas, mesmo que estas sejam diferentes do restante das mães do mundo, torna a maternidade mais gostosa, simples e feliz.
A mim, basta a consciência de que não sou a melhor mãe do mundo, mas sou a melhor mãe que eu posso ser.

Fábio viajando (para variar!) e me envia um email com esta foto (delas em 2009) e os dizeres:

"Já chorei demais vendo esta foto.
Como o tempo tem passado rápido...."


Só me resta concordar com ele. Está passando tão rápido que acho que "perdi" alguma coisa.




Não resisti e simulamos a mesma pose atual.

No facebook: aqui e aqui
Agenda social agitada.
3 dias de festas consecutivas.
Minha agenda? Não.
A agenda das meninas que é agitada, a nós cabe levá-las aos eventos.
Mas é melhor não reclamar, porque vai chegar um dia que seremos excluídos de seus programas e nos restará ficar olhando o relógio a espera delas.

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

A Sua (Marisa Monte)


Júlia acaba de adormecer sobre mim. Ela sempre gostou de dormir assim, eu deitada e ela em cima de mim.

Na verdade, não sei qual de nós duas gosta mais.

Logo que engravidei pela segunda vez, este hábito começou a ser uma preocupação e no final da gestação, passou a ser um empecilho e quando a Lívia nasceu tornou-se cada vez menos constante.

Em algumas ocasiões esta situação se repete: quando está doente, manhosa ou como hoje, quando eu sugeri que ela deitasse sobre mim (pouco tempo antes fiz a Lívia dormir na mesma posição).

Houve um tempo em que ela se alinhava totalmente em minha barriga. Hoje, olhando-a dormir pude perceber que seus pés quase se encontram com os meus. Tudo bem pode ser um pouco de exagero, mas o certo é que ela está crescendo.

Meu bebê já tem aulas de inglês. Conheceu a desagradável sensação da separação de amigos. Tem tarefas e horários a cumprir. E agora não pode mais usar copo com tampa/bico na escola. Como assim, não pode usar copo com tampa? Ela é um bebê. O MEU bebê.

Hoje vou dormir assim: com sintomas de saudades.


Qual é o pior?

1) Ouvir a Lívia cantando "♫ ai se eu te pego...♪"

2) As meninas ouvirem "♫ ♪ Delicious, delicious. This way you gonna kill me ♪" e identificarem a música e sairem dançando...

3) A júlia entoar: "♪...se não beber eu fico triste, se beber eu fico alegre ♫"

Eu já escolhi. Pior mesmo é ouvir Paula Fernandes cantando "a lua iluminando o sol". E não me venham falar em licença poética.



Explicando para a posteridade (porque é bem provável que estas músicas não se tornem imortais):

A música citada no item um é o hit-chiclete do momento denominado "Ai se eu te pego" e interpretado por Michel Teló.

O item dois foi uma reedição da primeira música em inglês, porque, acreditem ou não, o hit viral "Ai Se Eu Te Pego" aparece na 38ª posição do top 40 das canções mais executadas e baixadas legalmente no mundo na última semana.
A vocação poliglota de "Ai Se Eu Te Pego" faz pensar em "Garota de Ipanema", a mais traduzida das canções brasileiras. Mundo virado: desta vez não é uma canção carioca nem praieira, mas sim interiorana, sertaneja. E lhe rendeu até uma reportagem na revista Forbes: "Have you heard of Brazilian country music phenomenon Michel Teló yet? You will".

O item três é trecho de outro hit do verão atual "Triste e Alegre" da dupla sertaneja Guilherme e Santiago e é mais um daqueles refrões que fica na cabeça da gente e que sem querer nos pegamos cantarolando por aí.

Agora a minha preferida(?) é uma pérola da cantora/compositora Paula Fernandes, na canção "Pra Você". E não é brincadeira. Ela canta "a lua iluminando o sol".
Conheço o argumento da licença poética, mas ainda assim, acho extremamente estranho e me preocupo com as crianças assimilando esta informação errada. Receio ver registrado em provas escolares que a lua tem luz própria. Mas confesso que sou voto vencido.

Júlia estava grudada em mim enquanto eu digitava.

Reclamei: "Júlia, por que você está em cima de mim?"

Ela responde: "Porque eu te amo e quero ficar perto de você"

Depois desta resposta... só me resta beijá-la muito e agradecer a Deus por momentos como este.

Percebi que a crônica abaixo tem sido bastante divulgada nas redes sociais e, sinceramente, não entendo o porquê.

Respeito a opinião de cada um, mas lamento muito por quem coaduna com o texto e não compreende a singularidade de se ter um filho.

Ter um filho não significa parir... vai muito além disto, mas isto não se explica, não se ensina, não se aprende (pelo menos, não antes de se permitir ser mãe/pai em toda a totalidade que isto implica).

Pode acontecer que, por vezes, nos deem preocupações (não se enganem, vão dar) e nos façam verter lágrimas (inevitável), mas o que é isso comparado com a bem-aventurança de ter filhos?

Todo ponto de vista é a vista de um ponto (Leonardo Boff)

Não estou questionando o fato da autora não querer ter um filho. Ter um filho é uma opção não um destino.

Para isto é imprescindível a "maternidade/paternidade consciente" Há mesmo que se pensar (e muito) se quer ou não ter um filho, uma decisão consciente trará benefícios para toda a sociedade.

O problema da autora é a generalização, muito comum em quem opina sobre um assunto que só conhecem na teoria.

Filho é para quem pode?

EU POSSO! E AGRADEÇO A DEUS TODOS OS DIAS

POR ME PERMITIR ESTA DÁDIVA!



... de oração e, sobretudo, de agradecimento.

Hoje fiquei sabendo que uma conhecida virtual que tem uma filha de 4 anos e meio descobriu que a menina tem um tumor grande na coluna e que vai precisar de cirurgia, quimioterapia e corre o risco de ficar paraplégica.

Não conheço pessoalmente esta família, mas ainda assim me compadeço com o sofrimento dela.. E sei que muitas pessoas passaram, passam e outras tantas ainda passarão por coisas semelhantes.

Mas de qualquer forma esta notícia mexeu comigo. Talvez pela proximidade de meu aniversário e do aniversário da Júlia, talvez pela sensibilidade que a proximidade das festas de fim de ano traz, talvez pelo simples fato de ser mãe e ter sentimentos humanos.

Nós temos a tendência de acharmos que nosso sofrimento é maior do que os dos outros, que este tipo de tragédia não acontece com a gente. E quando, por desventura, já passamos por alguma grande provação passamos a acreditar que já nos tornamos imunes a outras intempéries...

Hoje esta notícia me fez lembrar que não estamos salvos de coisas deste tipo e dá medo, muito medo! Que Deus possa dar o conforto que aquela e outras tantas famílias precisam neste momento.

Creio que nesta fase eles possam estar questionando a Deus é normal. Eu estou exercitando o aprendizado de não questionar os desígnios divinos. Ainda não aceito tudo com resignação, mas parei de buscar os motivos/causas, porque acredito que simplesmente muitas vezes não encontraremos respostas, seja porque não possamos (ou queiramos) compreender, seja porque simplesmente não tenha uma resposta mesmo.

Só peço a Deus que dê forças para que estas famílias passem por tudo isto da melhor forma possível. E que Jesus nos abençoe e nos livre de passarmos por coisas parecidas.

“Perdão Senhor, por muitas vezes, reclamarmos de coisas tão pequenas enquanto outras pessoas convivem com problemas muito maiores que os nossos. Obrigado Jesus, por todas as bênçãos que derrama sobre nós todos os dias. Amém.”


Lívia corre atrás da Júlia dizendo:


"Olha o moooonstrooooo"


E a Júlia fica com medo....




E eu? Não sei se rio ou se choro.
"Cuidado com o que desejas"

Meu marido sempre dá a desculpa de que não sabe como me presentear.
Este ano me antecipei e mandei uma lista com seis sugestões: indo de R$ 7.500,00 até R$ 29,90.

Estranhamente, ele optou pelo de R$ 29,90 (e, ainda assim, não comprou porque eu esqueci de indicar a cor preferida)

Moral da estória: "O perigo não está em pensar grande e não conseguir. O perigo está em pensar pequeno e...conseguir."

Alguém já ouviu falar em "Alexandre, O Médio"?



Hoje presenciei por duas vezes, em locais e ocasiões diferentes, filhos adultos maltratando suas mães em público. De alguma forma isto me fez pensar em muitas coisas.

Uma delas é que aquela premissa de que a gente dá mais valor aos pais quando a gente também tem filhos é totalmente verdadeira.

Outra coisa foi me colocar naquela situação e imaginar o que aquelas mães sentiram e mais, será que um dia eu também magoei meus pais assim (porque estas coisas a gente, muitas vezes nem percebe ou, por comodidade, esquece)

Cheguei a conclusão, que a gente não precisa amar nossos pais, não tem obrigação de obedecer, admirar, concordar,... mas tem o dever moral de respeitar.

Sejam seus pais quem forem, sejam eles bons ou ruins, modernos ou retrógados, carinhosos ou secos, presentes ou não... RESPEITO é algo que temos que ter.

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Júlia e Lívia, minhas filhas queridas,


Vou lhes deixar aqui alguns conselhos de sua mãe (que está longe de ser uma filha e uma mãe perfeita) que ama demais vocês.

Cuide bem de sua família, de seus pais, seus irmãos, seus avós.

Haverá desentendimentos, mágoas, brigas... mas serão eles o seu porto seguro quando você precisar.

Cuide hoje. Diga que ama, abrace e beije agora. Peça perdão quando necessário. Releve sempre.

Deixar para depois, pode ser tarde para dar e receber colo. O amanhã pode não chegar.

Maior do que a dor da ausência será a dor das palavras não ditas, dos abraços negados, dos sorrisos não retribuídos.

Amigos se perdem, amores acabam, mas é a família que fica.

Então cuide hoje de quem te ama. Faça sua parte e nunca espere que um dia seus filhos façam o mesmo por você. É preciso dar o exemplo e isto lhe garantirá a certeza do dever cumprido, mas se eles se negarem a aprender através do amor, saiba que o tempo, irremediavelmente, vai ensiná-los e, na maioria das vezes, com muita dor.

Cuide hoje, não deixe para depois.



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