Após três meses para convencer as meninas a
entrarem na Igreja, com direito a suborno (prometendo um brinquedo que queriam)
e uma quase lavagem cerebral e muita conversa...
Minutos antes de entrarem, Lívia estava na
porta da Igreja chorando porque não queria o vestido que estava usando e Júlia
com uma carinha assustada com jeito de que iria “fugir”.
Assim, eu que era madrinha, entrei na
Igreja deixando este cenário na porta e convencida de que não seria desta vez
que veria as meninas de daminhas. Quando, de repente, a porta se abre e as duas
entram lindamente para a minha surpresa e imensa alegria.
Chorei muito, um misto de emoção, alívio,
satisfação e muito, muito orgulho.
E este foi mais um daqueles dias para nos
lembrar para sempre.
Obrigada Frederico e Eliane por este
presente que nos proporcionaram.


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